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Desde: 17/10/2003      Publicadas: 50      Atualização: 26/11/2003

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 Tênis
  15/11/2003
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Agassi brilha no Masters
Se o compatriota Pete Sampras deixou de lado as raquetes e bolinhas e outro norte-americano, Andy Roddick, termina o ano como primeiro do mundo com apenas 21 anos, Andre Agassi mostra que, com 33 anos, ainda tem muito a conquistar no tênis profissional. Jogando em casa, na quadra rápida do West Side Club, em Houston, ele é uma das atrações das semifinais do Masters Cup, torneio que reúne os oito melhores jogadores da temporada. Treze anos após vencer pela única vez o campeonato, na época disputado em Stuttgart (Alemanha), ele encara hoje o alemão Rainer Schuettler, repetindo a decisão do Aberto da Austrália, quando levou a melhor ao marcar 3 a 0.

Mais velho jogador da história a comandar o ranking da ATP, o tenista de Las Vegas estabeleceu uma nova marca ao bater o argentino David Nalbandián por 2 a 1 – 7-6 (12/10, 3/6 e 6/4), resultado que lhe deu o segundo lugar no Grupo Vermelho, dominado por Roger Federer. Desde Arthur Ashe, em 1978, um tenista de sua idade não alcançava um lugar entre os quatro melhores do Masters com mais de 30 anos. Satisfeito com seu desempenho, ele comemorou as boas atuações nesta que é sua 13ª participação no torneio.

“Sinto-me bem por estar jogando de forma competitiva contra os melhores do circuito, em condições difíceis. Claro que penso no título, embora saiba que não será fácil, mas minha maior motivação é saber que tenho tudo para começar 2004 em grande forma”, explica Agassi que, além do Aberto da Austrália, venceu ainda este ano o Masters Series de Miami e o ATP de Houston. Schuettler, sexto do mundo, vem de vitórias nos torneios de Tóquio e Lyon, além de ter sido vice-campeão no Brasil Open. Embora a última lembrança dos confrontos contra Agassi não seja das melhores, ele aposta nas devoluções vencedoras (winners), que lhe valeram a condição de primeiro colocado no Grupo Azul, com direito a vitória sobre Roddick. “Se continuar devolvendo bem os saques e golpes, posso batê-lo”, aposta.

  Autor:   Pedro Augusto





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